nos dias duros
de passagem dos tempos
vou me executando:
gerenciamento do tempo
e quando vejo não sei de mais nada:
dois meninos cegos se ajudando
a caminhar num corredor.
choro sem sabern o porquê.
(pra que saber?)
inventei minha solidão
apegado numa utopia infantil
de felicidade.
(nunca deixei de ser aquela mesma criança)
o entardecer dessas infantilidades
me floresce mais uma vez:
a vida é tão rara..
morri de pensamento.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
Deus
ai eu percebo que eu só posso ser parte de deus
pq se nem eu sei exatamente quem sou
é porque também estou em deus.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
virtual
te digo
te desdigo
queria tanto te dizer
aquilo
mas saiu isso:
terminar bem.
o silêncio cala
o que não quero sentir:
devir do sem fim.
só te digo que não queria
que fosse isso assim.
o imaginário do virtual
feliz ainda me sangra.
do sangue resolvi fazer um poema:
"as coisas findas muitos mais que lindas,
essas ficarão."
quem sabe um dia
digo, assim, sem querer
e de repente:felicidade!
quem sabe..
por um instante.
por um segundo
que seja.
e passa, como tudo.
só eu não passo.
nunca tivemos nada mesmo.
(a vida como uma xícara de chá
e a borra no fundo.)
http://www.youtube.com/watch?v=SpkI2JNwFCs
te desdigo
queria tanto te dizer
aquilo
mas saiu isso:
terminar bem.
o silêncio cala
o que não quero sentir:
devir do sem fim.
só te digo que não queria
que fosse isso assim.
o imaginário do virtual
feliz ainda me sangra.
do sangue resolvi fazer um poema:
"as coisas findas muitos mais que lindas,
essas ficarão."
quem sabe um dia
digo, assim, sem querer
e de repente:felicidade!
quem sabe..
por um instante.
por um segundo
que seja.
e passa, como tudo.
só eu não passo.
nunca tivemos nada mesmo.
(a vida como uma xícara de chá
e a borra no fundo.)
http://www.youtube.com/watch?v=SpkI2JNwFCs
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